Data: 31/12/2025 às 8h10 - 25 a 30ºC Sol
Peso: 104kg - Altimetria: alta
Km's iniciais: próximo ao Hospital das Clínicas.
15 km em 02:32:00 pace 10:08 min/km
o dobro dos tempos áureos: 01:18:03 em 2010.
o dobro dos tempos áureos: 01:18:03 em 2010.
Após 6 anos sem participar de uma corrida de rua e com 25 quilos a mais, agarrei-me nesta edição comemorativa da São Silvestre como motivação para voltar a treinar, correr e emagrecer. Resolvi de fato participar no inicio de novembro. Tempo ínfimo para preparação, mas o objetivo era recomeçar e o restante ir ajustando... Realizei apenas 14 treinos devido a imensa dificuldade de me recuperar após cada treino e muito medo de me machucar. Intercalei algumas caminhadas, tentei fechar a boca (ainda sem fazer dieta) e convoquei alguns amigos para participar. Luis Carlos e Fábio Namiuti aceitaram o desafio, tentamos fazer a inscrição (muita confusão, conforme repercussão na mídia) mas apenas o Luis Carlos conseguiu. Nunca tinha corrido como pipoca, não recomendo e até me entristeci por não ter tido a camiseta e a medalha histórica. Só assim fui, pois tentei por duas vezes fazer a inscrição, e minha participação nesta prova estava sendo um novo divisor de águas pra mim. Partimos como convidados na excursão dos corredores do João do Pulo.
Grande caminhada da São Silvestre, minha definição desta prova. Estava ciente que iria ter que caminhar por bons trechos, mas não imaginava que seria tão cedo e tanto. Amigo Fabio Namiuti, "treinando caminhadas" para o Caminho de Santiago de Compostela, estava comigo para qualquer situação, principalmente caminhar, mas ainda no segundo km, após a descida ao lado do Estádio do Pacaembu, sentir uma forte fisgada na panturrilha esquerda (com certeza por ter saído um pouco empolgado), aí desandou o "pé do frango". Tive que, ali, resignado, iniciar minha caminhada apesar do cardio inteiro e com muita vontade de correr. Não queria criar uma lesão (logo agora no retorno) e andaria tudo, 13km, se necessário fosse. A partir daí, mais caminhamos que trotamos. Tentei curtir um pouco da festa e alegria dos demais corredores, aceitar a situação e pensar que é só um recomeço. Fiz até promessa de retornar na edição seguinte (vamos ver). Já no km 14, ou 41 devido a brincadeira, no finalzinho da subida da Brigadeiro, celebramos no posto de hidratação de cerveja essa nossa nova fase e mais essa história. Por fim, na Avenida Paulista, ao cruzar o pórtico, agradeci muito ao amigo Namiuti e a Deus por esse recomeço… principalmente agora morando de volta em São José dos Campos, depois de passar por Marabá, Indaiatuba e Rio de Janeiro.



















